Tomika e Kanji {Bodas de Ouro}

Tomika e Kanji casaram-se em 1964. Jovens e cheios de planos, subiram ao altar para sacramentar a união e jurar muito mais do que amor. Prometeram um ao outro companheirismo durante uma vida toda, em todos os momentos, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. E eles vêm cumprindo a promessa até hoje.

Foto: arquivo da família

unnamedTomika e Kanji (1964)

Por isso, neste mês em que completaram 50 anos de casados, Tomika e Kanji voltaram à mesma igreja em que se casaram, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na Av. Morumbi, em São Paulo. Dessa vez para irem além da renovação de votos e celebração. Mais do que promessas, agora eles voltaram para agradecer pela vida que trilharam juntos até aqui. Pela família amorosa que constituíram, por todos os obstáculos superados e pelas conquistas alcançadas.

Numa época em que os casamentos se dissolvem tão facilmente e que outros são levados adiante sem amor, essa é uma comemoração rara. E comecei a me encantar ainda mais com essa história na porta da igreja, quando o Sr. Kanji me disse todo orgulhoso: “sabia que esta é a mesma igreja em que nos casamos?”.

Dali por diante, foi só emoção. Nas palavras do padre, na troca de alianças, nas palmas das pessoas que lotaram a missa, nos cumprimentos de familiares, amigos e até de pessoas desconhecidas, no discurso de agradecimento dos filhos, em cada detalhe da festa, nas imagens do video de retrospectiva e da linha do tempo montada na parede, em cada música que dançaram juntos e até no jeitinho que o Sr. Kanji me contou como eles se conheceram.

Por tudo isso, como dizem os japoneses em toda célebre comemoração, Kampai*! 😉

*Brindemos! 

Deixo uma trilha sonora pra vocês ouvirem enquanto conferem algumas das fotos das Bodas de Ouro de Tomika e Kanji. Kampai foi tocada durante o brinde na festa e é uma das canções mais queridas dos japoneses (inclusive na minha família). Composta por Tsuyoshi Nagabuchi, aqui ela é interpretada por Itsuki Hiroshi.

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Juliana e Rodrigo, a comemoração

Na semana seguinte ao casamento civil no cartório (que está no post anterior), Juliana e Rodrigo receberam familiares e amigos em um almoço de comemoração realizado num restaurante super bonito. O lugar é um charme por conta própria, mas ganhou um brilho especial com a mesa do bolo, um show à parte que revelou toda delicadeza e bom gosto da noiva.

Sério mesmo. Fiquei impressionada com cada detalhe, da cerimônia no cartório ao almoço no restaurante.  Inspirador. Percebi o cuidado e o amor com que tudo foi preparado. Lindo, singelo, delicado e elegante.

Aos noivos, um mundo cheio de amor, saúde, força e alegrias!

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A grandiosidade dos pequenos casamentos

Há algo de especial nos casamentos singelos que me comove. Talvez  seja a poesia sempre presente na sutileza e na simplicidade.  Não sei explicar, mas é mais ou menos como comparar o industrializado com o artesanal. Não que o industrializado não seja bom, mas é que a dose extra de afeto no que é artesanal me atrai mais.

Esse é um dos motivos pelos quais não me animo a fotografar mega casamentos. E pelo mesmo motivo aceitei fotografar esse.

Mais uma vez, tive a mesma sensação. A paróquia do bairro, a amizade entre o padre e a família, a feijoada caprichada, a banda formada por amigos foram apenas alguns dos detalhes que fizeram desse simples casamento um evento lindo e emocionante.

Um casamento feliz é uma conversa longa que sempre parece curta demais. [Andre Maurois] Projeto MILK – Moments of Intimacy, Laughter and Kinship (Momentos de Intimidade, Alegria e Afinidade)

O que realmente importa

Na semana passada fotografei um casamento no cartório. Eu nunca havia presenciado um, nem sabia como era. A noiva, preocupada, me alertou sobre o lugar. Insistia que era muito feio e pequeno. Cheguei até um pouco mais cedo do que normalmente chego, para avaliar as condições do local e me preparar.

É… O cartório não tem o charme e a beleza de uma igreja. Esse em especial era de fato pequeno e estava lotado, pois tinha muitos outros casamentos acontecendo, um atrás do outro. Mas quando vi que os noivos e seus padrinhos, familiares e amigos estavam juntos do lado de fora, percebi que a sessão de fotos devia começar ali na calçada e não na cerimônia vapt-vupt de 10 minutos.

Acabei confirmando uma verdade: não importa se o lugar é feio. Porque a beleza a ser registrada está na felicidade  das pessoas.

E a felicidade do cartório seguiu para um brunch na residência dos noivos, onde Amelie, uma linda sheep dog, aguardava para participar da comemoração.

Um casamento feliz é uma conversa longa  que sempre parece curta demais.  [Andre Maurois]  – Projeto Milk ( Moments of Intimacy, Laughter and Kinship)